A inserção do Brasil no mercado internacional, no início da década de 1990, marcou, definitivamente, sua participação na economia globalizada, estimulando o processo de modernização. A abertura da economia brasileira levou a agricultura se ajustar à nova realidade, reduzindo custos, melhorando a qualidade dos produtos e tornando-se mais eficiente,
Neves (1997).
De forma similar ao ocorrido em outros setores, nas últimas décadas, o meio rural tem sofrido grandes mudanças em todo o mundo, e não seria diferente no Brasil, um país com vocação agrícola.
Hoje qualquer organização, agrícola ou não, que pretende manter-se no mercado deve atentar-se as modificações e exigências dos seus consumidores. Para isso, a tecnologia e a valorização do capital humano são os meios para adaptação aos tempos de extrema competitividade.
Nesse ambiente, os clusters regionais tornam-se estratégicos na medida em que os pólos produtivos são fortalecidos, aumentando seu poder de negociação, sua qualificação técnica, suas habilidades gerenciais, o aprendizado entre as empresas e a velocidade das inovações, todos esses aspectos podem representar diferenças estratégicas para o segmento.
O presente artigo apresenta reflexões a respeito dos clusters e a importância estratégica desses para o setor agrícola.
Palavras-chave: agrícola, agribusiness, clusters, estratégia.
Introdução
O termo agribusiness foi criado por Davis e Goldberg, em Harvard, reconhecendo um novo padrão competitivo da agricultura. Eles definiram como sendo, (apud BATALHA, 1997, p. 25) como:
A soma de todas as operações envolvidas no processamento e na distribuição dos insumos agropecuários, as operações de produção na fazenda; e o armazenamento, o processamento e a distribuição dos produtos agrícolas e seus derivados.
Batalha (1997) aponta que o sistema agroindustrial ocupa posição de destaque na economia de praticamente todos os países, independentemente do grau de competência que possuam em outros segmentos econômicos.
Farina (1999:6) afirma que:
A economia brasileira tem passado por transformações estruturais muito importantes e rápidas, o que acelera a obsolescência de diagnósticos conjunturais. No âmbito do agronegócio, toda a geografia da produção primária, e localização das plantas industriais estão em xeque, assim como as relações verticais entre os segmentos que constituem as cadeias produtivas.
De acordo com projeções feitas pela Harvard Business School o crescimento previsto para o agronegócio mundial nas próximas três décadas é de 1,46% ao ano, chegando em 2028 a US$ 10,2 trilhões.
Somam-se a isso as grandes transformações político, geográficas, econômicas, sociais e culturais ocorridas no mundo, principalmente desde a última década com o advento da globalização.
Porter (1990) identifica a presença de fornecedores e distribuidores internacionalmente competitivos como elementos fundamentais da vantagem competitiva, atribuindo à articulação vertical das cadeias a importância na performance das empresas.
Numa economia global, a formação de alianças é fator estratégico nas empresas para essas se manterem competitivas, e com crescimento sustentável.
Uma vantagem competitiva importante que pode ser obtida por meio de fatores locais são as concentrações geográficas de empresas. Neste cenário surge o cluster. De acordo com PORTER (1999:211)
É um agrupamento geograficamente concentrado de empresas inter-relacionadas e instituições correlatas numa determinada área vinculada por elementos comuns e complementares.
Para BEZERRA (1998:8) os clusters são definidos como:
(...) uma aglomeração de empresas geograficamente localizadas que desenvolvem suas atividades de forma articulada, a partir, por exemplo, de uma dada dotação de recursos naturais, da existência de capacidade laboral, tecnológica ou empresarial local, e da afinidade setorial dos seus produtos. A interação e a sinergia, decorrentes da atuação articulada, proporcionam ao conjunto de empresas vantagens competitivas que se reflete em um desempenho superior em relação à atuação isolada de cada empresa.
Porter (apud Neto 2000) afirma que o sucesso das firmas de determinada nação, que atuam em um particular ramo da economia, é determinado por uma série de fatores condicionantes. Seriam esses as condições de demanda, as relacionadas às indústrias de apoio, a estratégia da firma, sua estrutura e o nível de rivalidade presente no ambiente.
Para Zacarelli (2000:197) é relevante a necessidade de que as empresas tenham alguma vantagem competitiva resultante de seus relacionamentos, caso contrário não haverá cluster.
Discussão
A primeira questão que será discutida para a fundamentação desse artigo é a definição de estratégia. Porter (1980) afirma que são ações ofensivas ou defensivas para criar uma posição defensável numa indústria, para enfrentar com sucesso as forças competitivas e assim obter um retorno maior sobre o investimento. Já para Mintzberg (1988) é uma força mediadora entre a organização e o seu meio envolvente: um padrão no processo de tomada de decisões organizacionais para fazer face ao meio envolvente.
Hax e Majluf (1988) comentam que a formação da estratégia torna-se um balanço delicado entre aprender com o passado e traçar novas direções que conduzam a organização para o futuro, tendo em conta a sua conduta passada.
Segundo Cavalcanti (2007:328) estratégia têm relação direta com inovação, como afirma:
A inovação passa a ser uma nova fonte de valor. Mais do que gerar extensões de linhas de produtos ou ganhos de eficiência incrementais devem passar a reinventar o modo como gerir uma empresa. Simplesmente tornar-se maior, ou melhor, não é mais uma estratégia. Uma vontade irreversível de ser diferente, isso sim é estratégia.
Certo e Peter (2005) discorrem e observam sobre a administração estratégica e a definem como um processo contínuo e interativo que visa manter uma organização como um conjunto apropriadamente integrado a seu ambiente.
Para que a gestão da propriedade torne-se estratégica alguns pontos são fundamentais, o primeiro é o fato de não ser mais possível pensar na administração sem que se analisem os impactos da globalização, que na visão de Beck (1999 :49) é definida como:
O desmanche da unidade do Estado e da sociedade nacional, novas relações de poder e de concorrência, novos conflitos e incompatibilidades entre atores e unidades do Estado nacional por um lado e, pelo outro, atores, identidades, espaços sociais e processos sociais transnacionais.
Dessa maneira a distância é eliminada e as empresas passam a competir, globalmente. Para Drucker (2000), não se controla mais as fronteiras, a concorrência deixou de ser local.
Em artigo publicado na revista Harvard Business Review, Lewitt (2006), afirma que o resultado da globalização é uma nova realidade comercial, e a empresa que se amolda a essa nova realidade tira proveito da economia de escala em produção, distribuição, marketing e administração.
O maior impacto da globalização na gestão da propriedade, para o produtor rural, foi à necessidade de estruturação da produção com ênfase na gestão eficiente dos recursos naturais, humanos, físicos e financeiros. Kanter (1989) afirma que o contexto atual de mudanças é caracterizado pela busca de novos significados e definições de valores, sintonizados com os interesses dos clientes, dos funcionários e do próprio negócio.
Dentro desse contexto Porter (1999:225) preconiza que os clusters afetam a maneira das empresas competirem.
Os aglomerados influenciam a competição de três maneiras amplas: primeiro, pelo aumento da produtividade das empresas ou setores componentes; segundo, pelo fortalecimento da capacidade de inovação e, em conseqüência, pela elevação da produtividade; terceiro, pelo estímulo a formação de novas empresas, que reforçam a inovação e ampliam o aglomerado.
Para Câmara et al (1999) a análise dos arranjos locais permite o estudo das organizações neles presentes, a partir da discussão dos principais agentes constituintes da competitividade local, a inter-relação entre eles, pode contribuir muito para aumentar as relações entre empresas, direcionar treinamentos nos diferentes níveis, facilitar acesso aos recursos técnicos e financeiros disponíveis, incrementando as vantagens competitivas já existentes e com isso acelerando o desenvolvimento local.
A concentração geográfica e setorial das empresas como já relatado são sinais da formação de clusters, porém, não são suficientes para gerar benefícios diretos para todos os membros, os quais só podem ser obtidos via um conjunto de fatores facilitadores, que segundo Humphery e Schimtiz, 1998, apud Neto, são:
Divisão do trabalho e da especialização entre produtores; estipulação da especialidade de cada produtor; surgimento de fornecedores de matéria-prima e de máquinas; surgimento de agentes que vendam para mercados distantes; surgimento de empresas especialistas em serviços tecnológicos, financeiros e contábeis; surgimento de uma classe de trabalhadores com qualificações e habilidades específicas; surgimento de associações para a realização de tarefas específicas para o conjunto de membros.
Porter (1999) preconiza que a presença de aglomerados sugere que boa parte da vantagem competitiva se situa fora de determinada empresa ou mesmo do setor, residindo, ao contrário, na localização das unidades de negócios.
Nas estratégias de desenvolvimento local, destacam-se os elementos inovadores, principalmente no que tange aos agentes institucionais e a constituição das redes produtivas e sociais, que potencializam as vocações locais e permitem a integração regional.
Porter (1999) afirma que a atuação do governo para o aprimoramento dos aglomerados encorajará, ao invés de distorcer, a competição.
Porter (1999: 265) ainda faz a seguinte afirmação: Talvez pareça que a ênfase nos aglomerados estimule a especialização econômica indesejável, mas o esforço de aprimoramento de todos eles, em vez de uns poucos considerados prioritários, evita essa distorção. Além disso, os aglomerados atuam como caudalosos mananciais para a formação de novas empresas e, muitas vezes, novos aglomerados germinam dos já existentes. Do mesmo modo, sua existência facilita o ajustamento das empresas locais às condições econômicas em mutação, reduzindo, e não aumentando, os riscos para a economia local.
O setor agrícola
A emergência do conceito de cluster ou como proposto pela Associação Brasileira de Agribusiness (ABAG) Agricluster, vem acarretar maior dinamismo ao processo de reestruturação das cadeias produtivas, inseridas num contexto mundial de economia globalizada. A nova ordem passa a ser a flexibilização da produção com produtos personalizados baseada num sistema de informações intensivo.
Segundo Wedeckin (2000), o elemento central de um Agricluster é a cadeia produtiva, em torno do qual se organizam clientes e canais de distribuição, a indústria de insumos e de fatores de produção especiais, a infra-estrutura especializada, que fornece a logística para a redução dos custos, prestadores de serviços, associações, universidade, centros de pesquisa, serviços de treinamento e capacitação da mão-de-obra. Esses elementos devem se integrar para permitir o crescimento do agricluster.
Uma primeira abordagem, de vasta utilização na explicação das relações entre a indústria e a agricultura, que busca sistematizar as inter-relações e dar-lhes aporte analítico é a dos complexos industriais. Graziano da Silva (1991) considera que um complexo é formado por uma série de relações multideterminadas de encadeamento, de coordenação ou de controle entre seus vários elementos membros e/ou etapas do processo.
Agriclusters
Alguns países vizinhos como o Chile, Uruguai e Argentina, por exemplo, destacam-se na indústria vinícola, com agriclusters regionais. O conceito de cluster, quando Porter afirma sobre o agrupamento geográfico, e numa visão competitiva global pode tornar a América Latina, por exemplo, num forte concorrente à produção de vinhos da Califórnia, nos Estados Unidos, que hoje é referência como agricluster.
No Brasil, de acordo com o Instituto Brasileiro do Vinho (IBRAVIN), a vitivinicultura na região das Serras Gaúchas, abrange uma área de 27,0 mil hectares, sendo 620 vinificadoras, esse cluster regional possui um projeto de exportação chamado de Wines from Brazil, que foi um primeiro passo na estratégia de internacionalização dos vinhos brasileiros. O objetivo deste agricluster é um projeto comum de marketing.
As ações do pólo regional das Serras Gaúchas são contempladas por Porter (1999:230) na seguinte afirmação
O marketing proporciona outro tipo de complementaridade dentro dos aglomerados. A existência de um grupo de empresas correlatos numa localidade torna eficaz o marketing conjunto (por exemplo, indicações de empresas, feiras comerciais, revistas especializadas) e promove a reputação da localidade numa determinada área, aumentando a probabilidade de que os compradores levem em conta seus fornecedores e fabricantes no momento da compra.
Outro agricluster é o de produção de frutas do pólo de Juazeiro e Petrolina, localizado no nordeste brasileiro, nessa região divisa entre Bahia e Pernambuco encontra-se o maior exemplo de desenvolvimento agrícola em bases irrigadas do Nordeste. A região apresenta vantagens competitivas devido a fatores como os recursos naturais e as vantagens adquiridas pela transformação da área em um pólo de frutas destinado à exportação, como tecnologia em irrigação, produção, colheita, logística, distribuição, marketing, aprendizado e informações. (Lacerda, 2004).
Outro exemplo de cluster regional são os holandeses da região de Holambra, interior de São Paulo. Eles, em 1948 fundaram a Cooperativa Agropecuária de Holambra, essa trouxe grande força econômica e social à região, principalmente devido ao cultivo de flores e plantas ornamentais, sendo esses fatores de grande representatividade em termos de geração de emprego e renda (Winjnen, 1998). Segundo dados do IBRAFLOR (Instituto Brasileiro de Floricultura) a Cooperativa de Holambra, responde atualmente por 40% de toda a produção nacional de flores, e atualmente exporta para oito países. Além da Holanda, vende para os Estados Unidos, Portugal, Canadá, Inglaterra, Uruguai, Emirados Árabes e Argentina.
De acordo com a Cooperativa de Holambra, ela apresenta aos seus quase trezentos cooperados, a associação de vários propósitos, dentre os quais a promoção do sistema coletivo de vendas e a introdução do modelo holandês de leilões, denominado veiling. Essa associação de produtores de flores reuniu toda a cadeia produtiva do setor, estruturando um verdadeiro pólo de conhecimento (Winjnen, 1998).
Normalmente, no meio rural, as formas mais comuns de associações dos produtores são os sindicatos, cooperativas e núcleos regionais, sendo a forma onde as necessidades do setor são discutidas.
O Vale do Rio Pardo, no Rio Grande do sul, é outro agricluster brasileiro importante, e compõe o complexo fumageiro compreendido por um conjunto de cidades gaúchas. A região é conhecida internacionalmente como um centro de referência na produção de tabaco, abrigando três grandes conglomerados ligados ao processamento de fumo em folha e um ligado à fabricação de cigarros (Vargas, Santos Filho e Alievi, 1999). Assim como Holambra, é um grande pólo de conhecimento e inovação.
Outro município referência como agricluster é o de Rio Verde no Estado de Goiás, formado por 18 municípios, reúne unidades de produção verticalizadas, fábrica de rações, incubatórios e parte dos fornecedores diretos, todos localizados no cluster. Além disso, apresenta como destaques a presença de agroindústrias, como a Perdigão. Nesse caso, ela exerce o papel de agente coordenador da cadeia produtiva (Brum, 2004).
O processo de reestruturação dos setores produtivos, ocorrido na década de 90 gerou importantes modificações nas ações entre os diversos atores nas cadeias produtivas. As crescentes pressões pela busca de maior eficiência para as empresas do setor têm estimulado a localização das atividades produtivas em regiões onde a disponibilidade de fatores seja mais favorável.
A concentração das atividades de produção local permite as muitas regiões construírem sua competitividade no mercado global. Isso não diz respeito apenas a maiores volumes de produção, mas também de novas formas de coordenação entre atores da cadeia e entre o setor privado e as instituições públicas. Nesse caso a cooperação e o aprendizado coletivo passam a funcionar como determinantes da capacidade local de competição. Logo, as regiões devem se preparar para prover infra-estruturas específicas, que possam facilitar o fluxo de conhecimentos, idéias e aprendizados.
O foco principal de clusters voltados ao agronegócio encontra-se na valorização e exploração das atividades econômicas em que a região se destaca, reforçando suas capacidades produtivas na qual é especializada, e promovendo seu desenvolvimento econômico e social. Isso é claro em todos os exemplos já apresentados.
Outro fator importante é a estrutura das empresas. Assim como as pequenas empresas inseridas em cadeias produtivas tem maiores possibilidades de competir como afirma Casarotto Filho (2001:12):
A pequena empresa, operando de modo individualizado, não pode mais servir como um modelo empresarial para o futuro. Ela deve (...), dar um salto de qualidade equipando-se em um sistema local aberto, para investir em velocidade, inserindo-se em redes relacionais.
As pequenas e médias empresas agrícolas seguem o mesmo preceito, assim o agricluster permite enfatizar relações econômicas e técnicas ao longo da cadeia produtiva agroindustrial, destacando a inovação e a capacidade de aprendizagem como elementos fundamentais à competitividade. Os exemplos de Holambra e dos produtores de vinho da serra gaúcha, reafirmam os preceitos de Casarotto Filho, quando esse descreve a união e não o isolamento dos produtores rurais como fator de vantagem competitiva.
Para Amato (2002:5), a cooperação entre as empresas de porte médio e pequeno pode ser uma saída estratégica para acessar o mercado global. Esse preceito de Amato é fato na medida em que as regiões de Petrolina e Juazeiro, no Nordeste brasileiro tornaram-se grandes exportadores de frutas tropicais e toda a base do negócio é alocada em pequenas e médias propriedades agrícolas.
Amato (2000:55) observa que dessa maneira
Os clusters têm maior capacidade de sobreviver aos choques e à instabilidade do meio ambiente do que as empresas isoladas, em virtude da ação em conjunto e de sua alta capacidade de auto-reestruturação, capacidades intrínsecas à própria forma organizacional em rede.
Dessa forma, percebe-se que promover a maior cooperação entre as empresas deve constituir em um dos principais elementos de consolidação dos pólos produtivos regionais agrícolas.
Conclusão
O objetivo deste artigo foi propor uma reflexão sobre como os agriclusters são estratégicos para pequenas e médias empresas e/ou propriedades do setor agrícola e como esses aglomerados podem contribuir para o desenvolvimento e fortalecimento regional, possibilitando que esses tenham maiores possibilidades de competir no mercado interno e principalmente externo.
Esse artigo permite detectar que independentemente do seu tamanho, os agriclusters apresentados no artigo estão atentos às mudanças globais, que interferem direta ou indiretamente no negócio, e percebem que não existem mais distâncias, como o próprio Peter Drucker preconizou em seus estudos.
Porém, ainda em muitas localidades produtoras agrícolas brasileiras, principalmente as ligadas às culturas de menor valor agregado como hortaliças, ainda há pouca visão das lideranças quanto aos preceitos de Porter e corroborados por Schmitz (apud Aquino 2005, p 153), onde afirma que os clusters conferem vantagens competitivas às empresas e às regiões que o integram, capacitando-as a atuar globalmente.
Sem dúvida há fortalecimento estratégico das empresas do setor ao se relacionarem na forma de cooperação, o resultado é numa melhor qualidade dos produtos, melhor produtividade, redução de custos, além do maior aprendizado entre as propriedades e empresas agrícolas envolvidas.
Conclui-se assim, que caso haja estímulos ao fortalecimento dos agricluster existentes e organização dos pólos produtivos agrícolas, que se encontram desarticulados, o resultado será não apenas maiores resultados financeiros e maior força inovadora, mas permitirá, principalmente, que essas empresas agrícolas tenham ampliados o seu horizonte, modificando os seus negócios e incluindo-os definitivamente no mundo global.
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Engenheiro formado pela UNESP, especialista em Marketing (FAAP), mestre em Gestão de Pessoas pela Universidade Metodista, coach formado pelo Integrated Coaching Institute e Analista Quântico. Professor da pós-graduação e MBA FIA/USP e FAAP, nas disciplinas de Gestão do Marketing e Competências Empreendedoras.